g1 Ceará 15 anos: do Ronda do Quarteirão ao Paranjana, relembre como era o estado em 2011

  • 03/06/2026
(Foto: Reprodução)
De volta a 2011: relembre como era o estado no ano de estreia do g1 Ceará Mudanças no transporte público, obras para sediar a Copa do Mundo e uma proposta de polícia comunitária faziam parte da rotina dos cearenses em 2011, ano de estreia do g1 Ceará. Há 15 anos, quando o portal de notícias foi lançado, o Ceará tinha experiências diferentes na segurança pública, nas opções de lazer e no cenário político. 🎉 Em comemoração aos 15 anos do g1 no Ceará, nossa equipe convida para uma pequena viagem no tempo. O destino é 2011, ano em que o jornalismo cearense foi fortalecido com uma nova plataforma para informar sobre os principais acontecimentos do estado. ➡️ Relembre abaixo algumas das características do Ceará em 2011. Quem estava no poder O ano de 2011 tinha Luizianne Lins como prefeita de Fortaleza, Cid Gomes no governo do Ceará e Dilma Rousseff na presidência Will Shutter/Gustavo Lima/Câmara dos Deputados/Agência Brasil Em 2011, Cid Gomes estava no primeiro ano do segundo mandato como governador do Ceará. Ele ocupou o cargo de 2007 a 2014. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Luizianne Lins era a prefeita de Fortaleza, e aquele seria o seu penúltimo ano no cargo. Ela geriu a capital cearense entre os anos de 2005 e 2012. No cenário nacional, o Brasil vivia o primeiro mandato de Dilma Rousseff na presidência. O fim da linha Paranjana Linha de ônibus Paranjana, em Fortaleza, foi extinta em janeiro de 2011 Arquivo SVM Fortaleza começou o ano de 2011 perdendo um de seus maiores ícones: a linha de ônibus Paranjana. Com os itinerários do Paranjana 1 e Paranjana 2, o trajeto interligava uma grande quantidade de bairros distantes em uma rota circular, como Parangaba, Barra do Ceará e Papicu. A superlotação que ‘formou o caráter’ de muitos usuários do transporte público fez com que o Paranjana virasse alvo de piadas e fosse até querido pelos fortalezenses, que reclamaram quando a linha foi extinta. A partir de janeiro de 2011, a linha foi desmembrada em cinco novas opções de rotas entre os terminais do Antônio Bezerra, Papicu, Lagoa e Parangaba. Na segurança pública, o Ronda do Quarteirão O programa Ronda do Quarteirão foi implementado em 2007 no Ceará. TV Verdes Mares/Reprodução Em 2011, os cearenses vivenciavam o quinto ano de uma experiência diferente voltada para a segurança pública: o Programa Ronda do Quarteirão. Implementada após promessa de campanha do governador Cid Gomes, a iniciativa buscava uma nova estratégia, na qual a polícia estava mais próxima da população e criava vínculos com as comunidades. Neste período, o Ceará ainda não tinha relatos de disputa de territórios por facções criminosas. Neste modelo, cada área de até três quilômetros quadrados tinha uma viatura correspondente, podendo ser solicitadas diretamente pela população. Viaturas da marca Hilux e uniformes diferenciados eram aspectos que chamavam atenção. A proposta do policiamento de proximidade, com a permanência das mesmas equipes em cada área de serviço, buscava construir laços de confiança para a pacificação social. Alcançando áreas de Fortaleza, Caucaia e Maracanaú em 2008, o programa foi expandido para o interior em uma segunda fase, alcançando municípios com mais de 50 mil habitantes, como Sobral, Crateús, Canindé, Juazeiro do Norte, Crato e Iguatu. O Ronda do Quarteirão não teve um encerramento oficial, mas foi se diluindo em meio a mudanças na segurança pública a partir da gestão de Camilo Santana como governador. Com o tempo, foram fortalecidas outras estruturas, como o Batalhão de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (Raio). As obras de mobilidade para a Copa do Mundo VLT e metrô de Fortaleza foram obras com investimentos para a Copa do Mundo em Fortaleza, em 2014. Governo do Ceará/Divulgação Em 2011, os governos ainda se articulavam para melhorar a infraestrutura das cidades que sediariam a Copa do Mundo, em 2014. Em Fortaleza, boa parte das intervenções se voltou para a mobilidade urbana. Duas grandes obras que atualmente fazem parte da rotina dos fortalezenses ainda não eram uma realidade em 2011. A construção do VLT ligando a Parangaba ao Mucuripe ainda era um projeto em fase de licitação. E o metrô de Fortaleza, que já era uma promessa de décadas, ganhou obras de duas novas estações em meio às intervenções para a Copa. A cidade tinha diversos outros projetos de obras em fase de licitação, como os corredores de ônibus e melhorias previstas para as avenidas Alberto Craveiro, Paulino Rocha, Silas Munguba e Raul Barbosa. Foi apenas em junho de 2012 que a capital teve o início da operação assistida da Linha Sul do metrô, ligando Pacatuba ao bairro da Parangaba, em Fortaleza. O trecho completo até o Centro foi liberado meses depois. 2012 foi o ano em que as obras do VLT tiveram início, com a inauguração apenas em julho de 2017 — três anos após o Mundial. O ramal funciona até hoje em Operação Assistida, modalidade anunciada para basear os ajustes finais da operação. Mas era Dedé Brasil ou Silas Munguba? A avenida Dr. Silas Munguba, importante via que leva até a Arena Castelão, já havia sido rebatizada no ano anterior. A mudança de nome havia sido aprovada pelos vereadores em outubro de 2010 e publicada em Diário Oficial em novembro. No entanto, em 2011, as placas da avenida ainda traziam o nome de Dedé Brasil. As identificações com o novo nome só foram instaladas em fevereiro de 2014. Estádios fechados Arena Castelão ficou pronta para a Copa em dezembro de 2012 Crisneive Silveira/SVM Em 2011, o torcedor cearense estava sem os dois principais estádios de futebol. A Arena Castelão ainda passava por reforma seguindo os padrões estabelecidos pela Fifa. Dentre as alterações, o estádio teve ampliação na capacidade do público — de 59 mil para 66,7 mil lugares. Ele foi inaugurado em dezembro de 2012, a tempo de sediar os jogos da Copa das Confederações, em 2013. Outro estádio de Fortaleza, o Presidente Vargas, esteve indisponível por boa parte do ano. Ele foi reinaugurado em setembro de 2011. Antes disso, ele havia sido interditado em 2008 e passado por uma reforma. As opções de lazer Chopp do Bixiga e Forró no Sítio eram opções de lazer dos fortalezenses nos anos 2000. Reprodução Em Fortaleza, casas de show, bares e estabelecimentos que animavam a vida noturna em 2011 já não existem ou não continuam no mesmo endereço. É o exemplo do Órbita Bar e do Chopp do Bixiga, no entorno do Dragão do Mar, e do Mucuripe Club. No bairro Aldeota, diversas tribos lotavam os estabelecimentos da chamada “Rua do Fafi”, com bares e estabelecimentos que reuniam ritmos musicais variados desde o início dos anos 2000. Alguns exemplos eram os bares Fafi e Bebedouro e o restaurante Maria Bonita. Os amantes do forró recorriam a estabelecimentos espalhados pela região metropolitana, como o Kangalha, o Forró no Sítio e o Clube do Vaqueiro. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

FONTE: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/06/03/g1-ceara-15-anos-do-ronda-do-quarteirao-ao-paranjana-relembre-como-era-o-estado-em-2011.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Peça Sua Música

Top 5

top1
1. Nosso Quadro

Ana Castela

top2
2. Oi Balde

Zé Neto & Cristiano

top3
3. Leão

Marília Mendonça

top4
4. Seu Brilho Sumiu

Israel & Rodolffo - Part. Mari Fernandez

top5
5. Desmantelo la la la

Xand Avião

Anunciantes